quinta-feira, 24 de março de 2011

Capitulo I: Descobertas e desentendimentos. 




No primeiro capitulo da história: O templo aponta para o oriente a cabala dos jogadores, que ainda não tem um nome, se une em torno de uma misteriosa investigação arquivada do FBI envolvendo o assassinato de uma jovem psiquiatra membro de uma das famílias mais tradicionais de Nova Iorque. A investigação vem ao conhecimento da cabala através do investigador particular com ligações com o FBI o Mastigos Abel. 




Munidos da informação a cabala se reúne na residência do policial Martellus, onde decidem uma linha de ação. Inicialmente o Mastigos Abel da a sugestão de um grupo seguir até o local do crime, enquanto outros levantariam mais pistas sobre o crime. Entretanto a cabala decide seguir todos juntos primeiro até o local do crime, o que gerou certo desconforto em Abel que viu o envolvimento de civis, no caso os membros da cabala, em uma investigação sob seus cuidados como potencial gerador de problemas futuros. Abel demonstra esse desconforto aos demais membros da cabala, tendo inclusive um pequeno desentendimento com o Moroi (Personagem de Ricardo) que durante a confusão sai da casa desapercebido.
Finalmente a cabala, com a ausência do Moroi, seguem de carro até a cena do crime que fica num terreno baldio próximo a uns viadutos no bairro do Queens. O local estava esquecido, a não ser pelas pichações e lixo acumulado não havia nenhum indicio da presença de adormecidos na área. O grupo então começa a investigar o local. Era uma espécie de parque abandonado, havia um campo de beisebol que há muito não era usado, ao fundo arvores e arbustos cobriam o terreno, tornando a empreitada de difícil acesso.
Finalmente após alguns minutos procurando por algo, a cabala finalmente encontra algo, uma grade no meio do matagal, guiados pela grade o grupo chega até o portão do lugar, era um portão antigo e enferrujado, as barras de aço grossas e resistentes.


O grupo não se deixa limitar por isso e escalam a grade do terreno, com exceção da Mastigos Sahima (Personagem de André), que preferiu ficar do lado de fora esperando. O restante da cabala segue terreno adentro por uma espécie de caminho de pedras, que mesmo coberto pelo mato percebia-se que tratava-se de uma espécie de calçada ou algo do tipo. É quando as coisas começam a ficar estranhas, o policial Martellus percebe algo estranho no matagal, havia sido remexido recentemente, ele avisa a cabala de que possivelmente não estão sozinhos, observando mais atentamente ele percebe que a trilha deixada por seu possível “invasor” levava até uma moto que tinha sido propositalmente encoberta pelo mato, o motor ainda estava quente, de modo que quem quer que seja que estivesse ali não estava longe. Ainda tentando descobrir mais alguma coisa sobre o misterioso estranho o Mastigos Abel ainda investigava o rastro no mato e encontra um pedaço de tecido rasgado, provavelmente deixado pelo estranho quando por ali passou. Ele então pega em seu bolso um bastão de giz, procura por uma superfície lisa e então com grande cuidado desenha um símbolo místico e tem acesso conecta-se com o local, através do Arcano do Espaço e da Mente ele consegue perceber toda e qualquer criatura nas redondezas, é quando percebe o estranho, que de fato não estava muito distante. Ele segue pela trilha deixada pelo invasor até que chegarem numa construção no meio do mato, uma espécie de templo ou tumba, como descrita na investigação do FBI.


Nesse momento eles já escutam o barulho do invasor se movimentando, o policial Martellus então dispara no vazio da escuridão “Parado Polícia!” entretanto o que se escuta é o estranho correndo ainda mais, é quando finalmente ele desiste da perseguição e se mostra ao grupo. Ele diz que é o proprietário do local, e que ele é que deve perguntar o que eles estão fazendo ali. O Mastigos Abel não se segura e algema o estranho com rudeza. Enquanto isso o Escada de Prata percebe algo estranho naquela pessoa, havia algo familiar nele, usando seus sentidos místicos ele descobre que trata-se de um desperto como eles. Ele pede para que retirem as algemas dele e então pergunta como ele encontrou aquele lugar. O estranho, que se identifica como (Personagem de Maicon), um Acanthus do Concílio Livre, revela que ganhou a escritura do terreno em uma mesa de cartas na noite anterior. A cabala acha as circunstâncias muito estranhas e então decidem voltar até a casa do policial Martellus para discutirem melhor o acontecido.
Já na residência de Martellus o grupo se dedica a retirar o máximo de respostas do Acanthius, mas novamente um desentendimento entre Abel e o Escada de Prata irrompe. Dessa vez o Mastigos questiona a liderança do Escada de Prata, idealizador da cabala e de seus ideais. Os ânimos esquentam, a maioria da cabala da razão ao Escada de Prata, enquanto o Mastigos é deixado de lado, ele recolhe o dossiê da investigação nas mãos, quando ameaça partir da reunião o Escada de Prata então ameaça dizendo que enquanto não pedir desculpas a cabala não será mais bem vindo do grupo, o Mastigos não da ouvidos ao Escada de Prata e parte da reunião enfurecido.

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